As hepatites virais são infecções que atingem o fígado e podem causar alterações leves, moderadas ou graves. Na maioria das vezes, são silenciosas, mas, quando há sintomas, podem incluir cansaço, febre, mal-estar, enjoo, vômitos, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras1.
Saiba mais sobre as hepatites virais:
Hepatite A2: é causada pelo vírus HAV e costuma ser transmitida principalmente por via fecal-oral, por meio de água ou alimentos contaminados. Quando presentes, os sintomas podem incluir fadiga, mal-estar, febre, dores musculares, enjoo, vômitos, dor abdominal, constipação ou diarreia. A urina escura pode surgir antes da icterícia (pele e olhos amarelados)2.
A prevenção envolve saneamento básico, consumo de água tratada, higiene das mãos, cuidado com os alimentos e vacinação, conforme indicação do calendário vacinal2.
Hepatite B3: pode ser transmitida por relação sexual desprotegida, contato com sangue contaminado, compartilhamento de agulhas, seringas e objetos perfurocortantes, além da transmissão de mãe para filho. Muitas vezes não apresenta sintomas, sendo descoberta apenas anos depois. A principal forma de prevenção é a vacinação3.
Hepatite C4: em muitos casos também não apresenta sintomas. Quando aparecem, podem incluir febre, fadiga, náusea, vômito, diarreia, dor abdominal, urina escura, fezes claras e icterícia. Não existe vacina contra a hepatite C, por isso a prevenção envolve não compartilhar objetos com contato com sangue, usar preservativo e garantir materiais esterilizados em procedimentos4.
Importante: a hepatite B tem vacina disponível no SUS3. A hepatite C tem tratamento com alta taxa de cura e a testagem é essencial para o diagnóstico precoce4. Hepatites virais possuem diagnóstico e acompanhamento disponíveis na rede pública1.
Referências:
1.
Ministério da Saúde – Hepatites Virais
(último acesso em 30/03/2026)
2.
Ministério da Saúde – Hepatite A
(último acesso em 30/03/2026)
3.
Ministério da Saúde – Hepatite B
(último acesso em 30/03/2026)
4.
Ministério da Saúde – Hepatite C
(último acesso em 30/03/2026)
O câncer de boca é um tumor maligno que pode acometer lábios, gengivas, bochechas, céu da boca, língua (principalmente as bordas) e a região embaixo da língua5.
Os principais sinais e sintomas de alerta incluem6:
Os principais fatores de risco são o tabagismo e o consumo excessivo de bebidas alcoólicas. Também podem estar associados ao câncer de boca a exposição solar sem proteção (principalmente para câncer de lábio), a infecção por HPV em alguns casos e hábitos de vida menos saudáveis6.
A prevenção envolve não fumar, evitar o consumo excessivo de álcool, manter boa higiene bucal, adotar alimentação saudável e utilizar preservativo, inclusive na prática do sexo oral6.
O diagnóstico precoce é fundamental e pode começar com exame clínico da boca. Quando há lesão suspeita, a confirmação diagnóstica é feita por biópsia e exame anatomopatológico7.
O tratamento pode envolver cirurgia, radioterapia e quimioterapia, dependendo do caso e do estágio da doença. Quando identificado no início, as chances de sucesso do tratamento são maiores7.
Referências:
5.
INCA – Câncer de Boca
(último acesso em 30/03/2026)
6.
INCA – Folder “Câncer de boca: é preciso falar disso” (2024)
(último acesso em 30/03/2026)
7.
INCA – Diagnóstico Precoce do Câncer de Boca
(último acesso em 30/03/2026)