Sintomas da asma

Sintomas da asma

Os sinais e sintomas da asma podem se manifestar desde muito cedo em crianças, na maioria dos casos, antes mesmo do quinto ano de vida.1 Além disso, alguns dos sintomas típicos da asma se agravam à noite ou pela manhã.2

Entre os sintomas mais comuns da asma estão:1

  • falta de ar (dispneia);
  • tosse crônica;
  • chiado no peito ao respirar (sibilo);
  • aperto no peito ou desconforto torácico, particularmente à noite ou nas primeiras horas da manhã.

Os sintomas de asma podem variar em frequência, duração e intensidade. Nos casos mais graves e/ou não tratados, a asma pode ser fatal. O ideal é que com o tratamento constante os sintomas da asma sejam minimizados, e as crises de falta de ar, cansaço e demais fatores que atrapalham a vida do paciente sejam inibidos. Para alcançar o controle adequado da asma, é necessário que o paciente tenha dedicação e comprometimento com o tratamento.

Doenças associadas à asma

Algumas doenças podem estar relacionadas à asma, inclusive agravar os sintomas da doença, são as chamadas comorbidades. Entre elas, estão:3-5

  • rinite e rinosinusite: a rinite é uma inflamação da mucosa do nariz, que reage à fatores alérgenos externos para defender os pulmões, produzindo muco, causando dor de cabeça e congestão. Ela pode ser ocasional ou crônica, também causada por outros fatores como desvio de septo nasal, uso excessivo de sprays nasais e alterações hormonais. Já a sinusite é uma inflamação da mucosa dos seios da face – cavidades do crânio que também podem acumular muco, e que servem para acumular ar e dar ressonância à voz. A sinusite pode ser mais difícil de tratar, exigindo a utilização de anti-inflamatórios ou antibióticos.
  • refluxo gastroesofagico: é observado em alguns pacientes com asma e deve ser tratado para benefício do quadro geral, mas não tem um relação direta com a asma.
  • apneia obstrutiva do sono: a apneia por si só representa uma risco à saúde, mas quando está associada à asma o risco é ainda maior. Ela se caracteriza pela obstrução das vias respiratórias durante o sono e pode estar relacionada à existência de nódulos nasais ou á frequência de obstrução dessas vias pela asma.
  • obesidade: o sobrepeso pode prejudicar a capacidade respiratória, agravando alguns sintomas da asma. A redução de peso corpóreo (de 5 a 10%) é recomendada, pois melhora a capacidade respiratória e o quadro geral do paciente.5

 


Referências

1.
IV Diretizes Brasileiras para o Manejo da Asma. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1806-37132006001100002 Último acesso em 19 de outubro de 2017.
2. Site do National Institutes of Health (NIH). Disponível em: http://www.nhlbi.nih.gov/health/health-topics/topics/asthma/signs Último acesso em 19 de outubro de 2017.
3. Site da Ginasthma.org. Disponível em: http://www.ginasthma.org/local/uploads/files/GINA_Pocket_Portuguese2014.pdf Último acesso em 19 de outubro de 2017.
4. Site da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia. Disponível em: http://itarget.com.br/newclients/sbpt.org.br/2011/downloads/arquivos/COM_ASMA/SBPT_DIRETRIZES_ASMA_VERSAO_31102011.pdf Último acesso em 19 de outubro de 2017.
5. Site da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia.Diretrizes da SBPT para o Manejo da Asma.pdf. Disponível em: http://sbpt.org.br/espaco-saude-respiratoria-asma-ats/ Último acesso em 19 de outubro de 2017.

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