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Tratamento da doença de Alzheimer

O tratamento da doença de Alzheimer compreende tanto os medicamentos para aliviar e retardar o aparecimento de sintomas e a progressão da doença, quanto o tratamento não farmacológico. Por isso, além do médico, diversos outros profissionais devem estar envolvidos no tratamento da doença de Alzheimer, como enfermeiros, fonoaudiólogos, fisioterapeutas, psicólogos, nutricionistas, farmacêuticos, educadores físicos, assistentes sociais e cuidadores profissionais, entre outros.

Como é possível que alguns dos sintomas da doença de Alzheimer estejam relacionados com a redução dos índices de uma substância chama acetilcolina, presente no cérebro, uma das formas de tratamento é o uso de medicamentos que inibem a destruição dessa substância.

ATENÇÃO

A administração correta em termos de dosagem e o uso frequente e nos horários estabelecidos é fundamental. Qualquer irregularidade na adesão compromete os resultados do tratamento.

Tratamento não farmacológico

O tratamento não farmacológico para pacientes com doença de Alzheimer é subdividido por tipo de atividade e compreende, por exemplo:

- estimulação cognitiva;
- estimulação social;
- estimulação física;
- organização do ambiente;
- tratamentos não farmacológicos específicos.

Evidências científicas mostram que a estimulação cognitiva, física e social de pacientes por meio de atividades diversas contribui para a melhora e estabilização de habilidades comprometidas em pacientes com a doença de Alzheimer. É importante fazer uso de recursos que estimulem as funções de cognição (memória, linguagem, atenção e orientação espaço-temporal) para obter ganhos em termos de qualidade de vida e de aprendizagem. Estratégias compensatórias são um excelente aliado para atingir os resultados.

Os critérios de frequência e grau de dificuldade são uma questão relevante na definição, elaboração e condução das atividades. O paciente com doença de Alzheimer deve sentir prazer em realizar as tarefas propostas, portanto, elas devem ter metas e desafios alcançáveis. Assim, o cérebro do paciente será constantemente estimulado e estará mais ativo. Esteja sempre atento para não sobrecarrega-lo nem deixá-lo insatisfeito em função de uma atividade com dificuldade mais elevada. 

As intervenções aconselháveis ao paciente com doença de Alzheimer estão divididas em cinco grupos. O uso combinado delas, com o cuidado de propô-las com intervalo entre atividades para não desgastar o paciente, garante melhores resultados.

Os quadros abaixo listam os grupos e abordam suas principais características:

Fonte: os quadros esquemáticos foram elaborados com base em conteúdo disponível no site da ABRAz.


Referências

1. Site da Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAz). Disponível em http://www.abraz.org.br/sobre-alzheimer/tratamento. Último acesso em 11 de junho de 2015.

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