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Diagnóstico do diabetes mellitus tipo 2

A medição da glicemia (quantidade de glicose no sangue) pode ser feita por meio de um exame de sangue, a pedido do médico. O exame é realizado após 8 horas de jejum, em geral de manhã, para evitar que a ingestão de alimentos altere o resultado. O exame de sangue pontual não é definitivo, ou seja, ele não determina se uma pessoa tem ou não diabetes mellitus. Para isso, é necessário que o exame seja repetido em outros momentos, e que diferentes testes sejam realizados.

O exame de Curva Glicêmica (também chamado de Teste Oral de Tolerância à Glicose) também pode ser utilizado para o diagnóstico do diabetes mellitus. Nele, o paciente ingere em laboratório um preparado com açúcar dissolvido em água e durante as duas horas seguintes são retiradas amostras de sangue, para medição do nível de tolerância e metabolização do açúcar.

Por fim, há ainda um teste chamado Hemoglobina Glicada (HbA1c). Por meio de uma única amostra de sangue, o exame avalia a glicemia de 90 dias retroativos, conferindo mais credibilidade ao diagnóstico do diabetes mellitus.

“Atualmente, é possível viver bem com diabetes tipo 2, desde que o paciente seja diagnosticados nos estágios iniciais da doenças e siga o tratamento à risca. Entretanto, se não diagnosticado, o avanço silencioso do diabetes tipo 2 pode trazer sérios riscos e comprometer a saúde do paciente.”

Dr. João Eduardo N. Salles, endocrinologista e Professor Assistente da Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo – CRM SP 83123

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