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A importância da família

Quando algum parente é diagnosticado com diabetes tipo 2, é normal que, no início, a vida de toda a família esteja voltada para a doença. Principalmente em assuntos que envolvem alimentação, monitoramento dos níveis de glicose e o uso correto dos medicamentos.1

Diversos estudos apontam que o comportamento dos parentes é de extrema importância para que o paciente siga corretamente o tratamento nos primeiros anos. Na contramão, famílias que não ajudam o diabético, ou seja, que estão sempre criticando quando a pessoa faz algo inapropriado, apenas contribuem para que o paciente não siga corretamente a terapia.1

É bom saber que, nesse primeiro momento, em que a pessoa acabou de receber a notícia da doença e precisa lidar com o emocional, fazer comentários críticos ou ser hostil só piora ainda mais os sentimentos do diabético.1

Tanto que o paciente pode ser diagnosticado com ansiedade, exatamente por conta da falta de apoio familiar. Portanto, o cuidado e compreensão de quem convive com o diabético são aspectos importantes da adesão ao tratamento.2

De acordo com o Centro Nacional de Informação Biotecnológica, diversos estudos apresentaram uma relação positiva e significativa entre o apoio social e adesão ao tratamento de diabetes.2

Ainda não se sabe, ao certo, os principais motivos pelos quais o apoio social trabalha para influenciar diretamente os resultados de cuidados de saúde, mudança de comportamento e, até mesmo, melhorias no quadro clínico.2 Mesmo assim, já está comprovado que o apoio familiar e de amigos é de extrema importância para quem está passando pelos primeiros passos do diagnóstico de diabetes tipo 2.1, 2

REFERÊNCIAS

1. Site da Sociedade Brasileira de Diabetes. Disponível em http://www.diabetes.org.br/ebook/component/k2/item/53-adesao-ao-tratamento-importancia-da-familia-e-intervencoes-comportamentais-em-diabetes. Última visualização em 25 de outubro de 2016.

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